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A jornada de Laura Marcela em defesa das mulheres e das famílias rondonienses
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A jornada de Laura Marcela em defesa das mulheres e das famílias rondonienses

maio 18, 2026

Pré-candidata a deputada estadual por Rondônia, Laura Marcela transforma uma história marcada por superação, empreendedorismo colaborativo e atuação social em plataforma política pelo MDB. Mãe solo desde a adolescência, empreendedora, terapeuta e liderança comunitária, ela aposta na defesa dos direitos das mulheres, na proteção à infância e no fortalecimento das famílias rondonienses como eixos centrais de sua candidatura.

Aos 15 anos, ainda adolescente, Laura encarou a maternidade solo vinda de uma família humilde, mas sempre alimentando o sonho de construir um futuro melhor. Durante anos, trabalhou no comércio local de Porto Velho para sustentar a casa e garantir algo que sempre enxergou como saída para a vulnerabilidade: a educação. Com disciplina e esforço, conseguiu crescer com seus negócios.

Antes de se estabelecer em Rondônia, Laura precisou romper com um relacionamento abusivo quando ainda morava em Goiás, experiência que ela descreve como um divisor de águas em sua trajetória pessoal. Esse rompimento foi o ponto de partida para a decisão de mudar de Estado e recomeçar a vida em Porto Velho, e hoje fundamenta boa parte de sua militância pela autonomia feminina.

A reconstrução de Laura passa pela busca de independência financeira e emocional, pela formação profissional e pela criação de redes de apoio entre mulheres. Foi desse processo que nasceu seu empreendimento focado em economia colaborativa e bem-estar, que se transformou em um espaço comercial colaborativo, gerando renda direta e autonomia financeira para diversas mulheres em Porto Velho.

Outra frente importante de sua atuação voluntária, realizada no passado, foi o trabalho junto à Casa do Ancião de Porto Velho. Em contato com idosos e famílias vulneráveis, Laura colaborou em ações de assistência, visitas, doações e apoio emocional. Esse convívio reforçou a ideia de que políticas públicas efetivas precisam enxergar a família como um todo, de forma intergeracional: crianças, adultos e idosos como partes de um mesmo ciclo de proteção social.

Na capital, ela se consolidou como liderança social no Coletivo Flores da Amazônia, onde por dois anos foi responsável pelo Departamento de Beneficência. Nesse papel, coordenou ações de entrega de insumos a mulheres em situação de vulnerabilidade, organização de campanhas solidárias e articulação de apoios para famílias que enfrentam desde a insegurança alimentar até a violência doméstica.

Ao ingressar no MDB, Laura também contribui para ampliar a presença feminina em uma legenda tradicionalmente ocupada por lideranças masculinas. Sua candidatura leva para dentro do partido pautas como o enfrentamento à violência contra a mulher, o empreendedorismo feminino, a proteção à infância e o apoio à terceira idade, articulando temas que costumam ficar dispersos em diferentes políticas públicas.

Em um estado que convive com altos índices de desigualdade, desafios na proteção à infância e vulnerabilidade de mulheres e idosos, pré-candidaturas com forte enraizamento comunitário e histórico de atuação voluntária ganham relevância. Para além do resultado das urnas, a presença de trajetórias como a de Laura no campo político amplia o espaço de representação para mulheres, mães solos, empreendedoras e lideranças de bairros que, muitas vezes, permanecem invisíveis nos grandes debates.

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